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Da abnegação se si mesmo e abdicação de toda cobiça



Jesus: Filho, não podes gozar perfeita liberdade, enquanto não renunciares inteiramente a ti mesmo. Em escravidão vivem todos os ricos e egoístas, os cobiçosos, curiosos, que gostam de vaguear, buscando sempre as delícias dos sentidos e não as de Jesus Cristo, mas só imaginam o que não pode permanecer e só disso cogitam. Pois tudo que não vem de Deus perecerá. Conserva em teu coração esta breve e profunda sentença: Deixa tudo, e terás sossego. Pondera isto, e, quando o praticares, tudo entenderás. (Tomás de Kempis, Da abnegação se si mesmo e abdicação de toda cobiça - Imitação de Cristo)

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Minha decepção com o livro "Orfandades" dinheiro e tempo perdidos!

Antes de escrever esse artigo, pesquisei no Google outros artigos de pessoas decepcionadas com esse livro, e encontrei. Veja o trecho de um que mais se aproximou de minha opinião: Quem espera que este livro lhe traga algum tipo de conforto espiritual após uma grande perda, não deve lê-lo; da mesma forma, quem pensa encontrar aqui soluções espirituais e respostas para as coisas da vida e da morte, acabará se decepcionando. Este livro foi escrito por Fábio de Melo – o homem, não o padre. (Fonte:  https://ana-bailune.blogspot.com.br/2013/06/orfandade-o-destino-das-ausencias-pe.html#comment-form ) No início da minha caminhada cristã, no ano de 2010, padre Fábio de Melo havia me ajudado muito por meio de seu livro "Quem me roubou de mim" e de suas canções. Acompanhava Canção Nova, RCC e eventos na minha paróquia, até começar a me enfadar com o excesso de sentimentalismo. Antes de me enfadar, conheci meu tão esperado livro "Orfandades", acreditava firmemente que enc...

A utilidade das adversidades

Por isso, devia o homem firmar-se de tal modo em Deus, que lhe não fosse mais necessário mendigar consolações às criaturas. Assim que o homem de boa vontade está atribulado ou tentado, ou molestado por maus pensamentos, sente logo melhor a necessidade que tem de Deus, sem o qual não pode fazer bem algum. Então se entristece, geme e chora pelas misérias que padece. Então causa-lhe tédio viver mais tempo, e deseja que venha a morte livrá-lo do corpo e uni-lo a Cristo. Então compreende também que neste mundo não pode haver perfeita segurança nem paz completa. (Tomás de Kempis, Da utilidade das adversidades - Imitação de Cristo)

Pensando a vida e o prêmio da felicidade eterna.

A vida eterna é mais importante.   Quando penso no sermão da montanha (Mateus 5,1-11)   percebo o quanto Deus nos ama, e quão grande é a recompensa eterna que nos aguarda. Sorria por sofrer agora, sorria por estar sofrendo perseguições agora, sorria você está sendo amado infinitamente por Deus. Ele nos olha com amor e misericórdia (Mateus 9,12-13),   e Ele fará justiça a nossas vidas. Quero esquecer de mim, dos meus traumas,   das minhas dores, e até dos meus sonhos. Quero lembrar desse Deus que não me esquece; quero lembrar dos filhos amados do Senhor que choram sem esperança,   que cansaram dos olhares preconceituosos e da falta de caridade. Precisamos rezar mais, oferecer jejuns e penitências por aqueles que não tem quem reze por eles. Valerá a pena, sempre valerá,   pois é a única coisa que podemos fazer por um desconhecido.   Palavras já não são suficientes para convencer alguém,   é preciso palavra de Deus com atitude de quem se dei...